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Botia Zebra


Nome Popular: Botia Zebra
Nome Científico: Botia striata
Família: Cobitídeos
Habitat: Índia
pH: 6.6 a 7.0
Temperatura: 23º a 28ºC
Dureza: até 12º gH
Tamanho Máximo: 10cm
Sociabilidade: Grupo
Agressividade: Pacífico
Manutenção: Fácil
Zona do Aquário: Fundo
Aquário Mínimo: 150L
Alimentação: Onívoro. Come pastilhas de fundo, flocos, enquitréias, bloodworms e artêmias
Características Peixe extremamente pacífico. Excelente para aquários comunitários. Sua coloração pode variar um pouco conforme a idade. A padronagem, embora usualmente seja formada por listras verticais também pode apresentar variações. Os machos apresentam a boca avermelhada.
Reprodução: Ovíparo. Existem diversos relatos de fêmeas grávidas em aquário, mas ainda não conseguida em cativeiro.

Botia Yoyo


Nome Popular: Botia yoyo
Nome Científico: Botia almorhae
Família: Cobitídeos
Habitat: India, Nepal, Bangladesh
pH: 6.5 a 7.5
Temperatura: 22º a 28ºC
Dureza: até 12º gH
Tamanho Máximo: 15cm
Sociabilidade: Grupo
Agressividade: Pacífico
Manutenção: Fácil
Zona do Aquário: Fundo
Aquário Mínimo: 150L
Alimentação: Onívoro
Características Assim como as Botias palhaço as Botias YoYo devem ser criadas em grupos (5 ou mais indivíduos), uma vez que apresentam estrutura social definida. Os machos apresentam detalhes avermelhados em volta da boca.
Durante o horário da alimentação um par delas pode mudar de cor, realçando mais os contrastes. Tratam-se de disputas na hierarquia do grupo. As marcas reticuladas em seu corpo podem variar bastante mas, quando jovens, geralmente apresentam listras escuras que lembram a forma de um "Y" seguidas de pontos escuros em forma de "o" e o padrão se repete. Essa é a origem de seu nome: YoYo. São peixes extremamente dóceis e seu convívio com Botias palhaço é pacífico. Um movimento peculiar entre as YoYo é o chamado "Ghosting" onde uma nada imitando os movimentos da outra até que se embolam em uma disputa veloz. Crescem muito rápido, podendo chegar ao tamanho adulto em poucos meses.
Reprodução: Ovíparo, mas ainda não conseguida em aquário.

Botia Tigre


Nome Popular: Botia Tigre
Nome Científico: Syncrossus berdmorei
Família: Cobitídeos
Habitat: Índia e Tailândia
pH: 6.8 a 7.2
Temperatura: 25º a 30ºC
Dureza: até 12º gH
Tamanho Máximo: 25cm
Sociabilidade: Grupo
Agressividade: Pacífico, agressivo apenas com outras Botias
Manutenção: Difícil
Zona do Aquário: Fundo
Aquário Mínimo: 200L
Alimentação: Aceita quase todos os alimentos para peixes de fundo, entre outras rações e alimentos vivos.
Características Encontrada em grandes rios de águas rápidas e de substrato macio perto de troncos de árvores submersos.
Devido a seu grande tamanho recomenda-se que o aquário tenha pelo menos 1,20 m de comprimento com substrato fino e baixa iluminação. Ela costuma manter sua coloração mesmo quando adulta, diferentemente das demais Botias tigres. São peixes agressivos. Sendo assim, recomenda-se grupos de 5 ou mais para distribuir sua agressividade entre elas e não com os demais peixes do aquário, que devem ser robustos, grandes e de nado veloz. Podem ser mantidas junto com outras "Botias Grrrr", nome dado às Botias agressivas, como a Syncrossus helodes, Syncrossus beauforti, Yasuhikotakia morleti, Yasuhikotakia modesta entre outras. São muito confundidas com a Syncrossus beauforti, especialmente quando jovens.
Reprodução: Ovíparo, mas até hoje não se tem relatos de aquaristas que tenham conseguido reproduzi-los em aquários.

Botia Morleti


Nome Popular: Botia Morleti, Botia Skunk ou Botia Gambá
Nome Científico: Yasuhikotakia morleti
Família: Cobitídeos
Habitat: Cambodia, Laos e Tailândia
pH: 6,8 a 7,0
Temperatura: 25 a 30ºC
Dureza: Até 12°gH
Tamanho Máximo: 10cm
Sociabilidade: Grupo
Agressividade: Agressivo
Manutenção: Médio
Zona do Aquário: Fundo
Aquário Mínimo: 200L
Alimentação: Aceita a maioria das rações e outros alimentos que cheguem até o fundo
Características A bótia Skunk assim como as tigre e a modesta, faz parte do grupo das bótias "Grrrr" ou seja botias agressivas. Geralmente é mais agressiva com as botias YoYo e palhaço, que são mais calmas. Se for manter ela com outras espécies de Botias devem ser mantidas com as tigre ou modestas pois estas possuem certa agressividade e não se deixam incomodar pela Skunk.
Reprodução: Ovíparo, mas não existem relatos de sua reprodução em aquários.

Botia Mármore


Nome Popular: Bótia Mármore
Nome Científico: Botia kubotai
Família: Cobitídeos
Habitat: Burma, Myanmar
pH: 6,8 a 7,5
Temperatura: 24 a 28ºC
Dureza: até de 12°gH
Tamanho Máximo: 13cm
Sociabilidade: Grupo
Agressividade: Pacífico
Manutenção: Fácil
Zona do Aquário: Fundo
Aquário Mínimo: 150L
Alimentação: Onívoro
Características Uma vez aclimatadas no aquário se tornam peixes muito resistentes e aceitam uma variedade ampla de parâmetros da água. É um peixe bastante social mas gosta de abrigos. Assim como outras Botias, são relativamente sensíveis ao Íctio e remédios à base de cobre, devem ser evitados. Quando jovens, sua padronagem se assemelha à da Botia YoYo mas a medida que vão envelhecendo as partes negras tendem a se fundir ficando mais escuras.
Reprodução: ovíparo, mas ainda não conseguida em aquário.

Botia Imperador


Nome Popular: Botia Imperador
Nome Científico: Botia udomritthiruji
Família: Cobitidae
Habitat: Myanmar
pH: 6,0 a 6,5
Temperatura: 22º a 28ºC
Dureza: até 8º gH
Tamanho Máximo: 15cm
Sociabilidade: Grupo
Agressividade: Pacífico
Manutenção: Fácil
Zona do Aquário: Fundo
Aquário Mínimo: 150L
Alimentação: Flocos, pastilhas de fundo, waffles de algas, pedaços de minhocas, Bloodworms, Artêmias, Enquitréias.
Características Esta espécie que acaba de ser descrita (5 de outubro de 2007 por H. H. Ng) foi capturada pela primeira vez em 1993 no rio Tenasserim em Myanmar. Seu nome foi proposto por Kamphol Udomritthiruj (pronuncia-se U-dom-rit-tri-ruj). Embora se pareça superficialmente com a Botia rostrata, a cor básica é o amarelo. O maior espécime que se tem notícia tinha 13cm. A segunda foto foi tirada do primeiro exemplar capturado em 1993 no rio Tenasserim a 2.074 metros de altitude na antiga Birmânia (atual Myanmar).
Reprodução: Desconhecida

Botia Camaleão


Nome Popular: Botia Camaleão, Botia Tigre
Nome Científico: Syncrossus beauforti
Família: Cobitídeos
Habitat: Tailândia, Malásia, Camboja
pH: 6.5 a 7.0
Temperatura: 25 a 28º C
Dureza: até 12° gH
Tamanho Máximo: 15cm
Sociabilidade: Grupo
Agressividade: Pacífico. Agressivo apenas com algumas espécies de Botias.
Manutenção: Média
Zona do Aquário: Fundo
Aquário Mínimo: 200L
Alimentação: Onívoro, come quase tudo que aparece pelo fundo do aquário.
Características Botia Camaleão (Syncrossus beauforti) é o nome mais comum desta Botia pelo mundo afora, aqui (Brasil) é conhecida como Botia Tigre. É originária da Ásia: Tailândia, Malásia e Camboja tanto em grandes rios como em pequenos córregos ou riachos.
Esta espécie foi catalogada em 1931 por Smith com o nome de Botia de Beauforti, com a reorganização das espécies em 2004, feita por Kottelat passou as ser chamada de Syncrossus Beauforti. Dizem alguns estudiosos que pode chegar a 25 cm na natureza, mas não é muito precisa a informação, no entanto sabe-se que em aquários chega facilmente a 15 cm. Como Botias de outras espécies alimenta-se praticamente de tudo, seja alimento natural ou artificial, a minha come principalmente alimentos de Disco que é o que predomina em meu aquário (flocos, granulados e bits). Botia extremamente bonita e não muito tímida, porém muito territorialista e agressiva. Acredita-se que a reprodução em cativeiro seja um pouco difícil, assim como a distinção entre os sexos. Alguns autores dizem que quando adulta a fêmea tem a barriga bem mais desenvolvida, como se estivesse “grávida”. É bastante tolerante com o pH que pode variar de 6.4 a 7.4, é claro que não é aconselhável deixar o pH flutuar tanto assim. É aconselhável utilizar areia natural no fundo já que ela fica o tempo todo enfiando o “nariz” á procura de comida o que dificulta a manutenção de plantas naturais pois provavelmente ela vai soltá-las o tempo todo.
Reprodução: Ovíparo, embora desconhecida em aquários.

Botia de Rio Chinesa


Nome Popular: Botia de Rio Chinesa
Nome Científico: Beaufortia kweichowensis
Família: Balitorídeos
Habitat: China
pH: 7.0 a 8.0
Temperatura: 20º a 24ºC
Dureza: até 12º gH
Tamanho Máximo: 6cm
Sociabilidade: Grupo
Agressividade: Pacífico
Manutenção: Difícil
Zona do Aquário: Fundo
Aquário Mínimo: 100L
Alimentação: Rações que afundem, artêmia, blood-worms e algas
Características Peixe bem exótico com aparência semelhante a de uma arraia, necessita de uma forte aeração e esconderijos.
Reprodução: Ovíparo, de difícil reprodução mas pode-se tentar usando bombas submersas para simular a correnteza. O macho cava um buraco com a cauda onde a fêmea deposita os ovos.

Botia de Burna



















Nome Popular: Botia de Burma
Nome Científico: Botia histrionica
Família: Cobitidae
Habitat: Burma, Índia e China
pH: 6.8 a 7.2
Temperatura: 26º a 28ºC
Dureza: até 12º gH
Tamanho Máximo: 15cm
Sociabilidade: Grupo
Agressividade: Pacífico
Manutenção: Fácil
Zona do Aquário: Fundo
Aquário Mínimo: 150L
Alimentação: Aceitam quase de tudo, flocos, bits, vegetais, artêmias.
Características A Botia histrionica, também chamada Botia zebra dourada ou Botia de Burma é uma das Botias mais sociáveis. São ativas durante o dia e não raro nadam livremente por todo aquário competindo pelo alimento até mesmo com outras espécies como os barbos. Passam bem pouco dos 10cm e se parecem bastante com as YoYo exceto pelo fato que não costumam ter o "o", apenas o "Y". Mais precisamente, 5 bandas escuras cortando seu corpo cinza dourado. Esse dourado tende a desaparecer com a idade, sobrando a coloração acinzentada, semelhante às YoYo.
São muito pacíficas e sociais gostando de se esconder entre as plantas, quengas de coco, troncos ou bambus que lhe conferem segurança.
Reprodução: Desconhecida em aquários

Botia Cara de Cavalo


Nome Popular: Botia cara-de-cavalo
Nome Científico: Acanthopsis choirorhynchus
Família: Cobitideos
Habitat: Bornéu, Myanmar, Java, Malásia, Sumatra Thailândia e Vietnã
pH: 6.0 a 7.0
Temperatura: 25º a 29ºC
Dureza: Até 12º gH
Tamanho Máximo: 20cm
Sociabilidade: Grupo
Agressividade: Pacífico
Manutenção: Média
Zona do Aquário: Fundo
Aquário Mínimo: 200L
Alimentação: Aceitam a maioria dos alimentos especialmente à base de camarão, bloodworms e alimentos de fundo. Também filtram comida através das guelras quando em aquários com substrato de areia fina.
Características Costuma se enterrar no substrato e se esconder da companhia de outros. Também costumam procurar alimentos enterrados. O substrato deve ser fino e sem muitas pontas cortantes. Preferivelmente, areia. Os indivíduos jovens dão mais as caras que os adultos. Os adultos preferem passar o período diurno enterrados saindo mais à noite. Elas costumam largar uma densa gosma quando removidos de um aquário para outro ou sob condição de stress. São extremamente difíceis de capturar sendo portanto recomendado que fiquem em local definitivo.
Reprodução: Desconhecida. Existem relatos de fêmeas grávidas mas sem sucesso.

Botia Azul



















Nome Popular: Botia azul, Botia modesta
Nome Científico: Yasuhikotakia modesta
Família: Cobitídae
Habitat: Vietnã, Cambodia, Laos, Tailândia
pH: 6,5 a 7,5
Temperatura: 26 a 30°C
Dureza: até 12° gH
Tamanho Máximo: 25cm
Sociabilidade: Grupo
Agressividade: Média
Manutenção: Fácil
Zona do Aquário: Fundo
Aquário Mínimo: 200L
Alimentação: Onívoros: flocos, pastilhas de fundo, Algas, minhocas, Bloodworms, camarões, caramujos, artêmias e enquitréias.
Características Trata-se de um peixe dotado de beleza ímpar e colorações variadas. Tais variações de coloração se devem ao fato de poderem ser encontradas em diversos países do sudeste asiático. As cores do corpo costumam ser cinza escuro, cinza azulado, cinza esverdeado ou ainda creme. As nadadeiras geralmente são laranja, mas existem variantes vermelhas e amarelas. Este é um dos peixes que, não raro, encontramos "pintados" em azul para reforçar sua coloração. Não compre o peixe se sua cor for azul intenso. Ele provavelmente foi pintado. Embora ele seja chamado de Botia azul, sua cor predominante é cinza ou cinza azulado.
Assim como as Botias Palhaço e as Botias YoYo, as Botias modestas também devem viver em grupos. Uma fêmea "alfa" assumirá o controle após algumas disputas.
São peixes um pouco territorialistas, especialmente em se tratando de outras Botias. Elas não chegam a machucar as outras, mas investem contra elas para defender seu tronco, onde passam a maior parte de seu tempo, saindo de lá apenas para comer, entretanto, não raro as vemos passear entre os demais peixes do aquário, dando o ar da graça.
Reprodução: As fêmeas costumam ser mais gordas que os machos. São ovíparos, mas a reprodução ainda não foi conseguida em aquário.


Botia Anã


Nome Popular: Botia Anã
Nome Científico: Yasuhikotakia sidthimunki
Família: Cobitídeos
Habitat: Cambodia, Laos e Tailândia
pH: 6.4 a 7.6
Temperatura: 24º a 28ºC
Dureza: até 12º gH
Tamanho Máximo: 6cm
Sociabilidade: Grupo
Agressividade: Pacífico
Manutenção: Fácil
Zona do Aquário: Fundo/Meio
Aquário Mínimo: 100L
Alimentação: Onívoro. Pastilhas de fundo, flocos, algas, artêmias, enquitréias, daphnias e larvas de mosquitos em geral.
Características As Botias anãs são os menores exemplares de Botias que se conhecem. Não passam de 6cm mesmo quando adultas. O aquário para elas deve ter água preferencialmente madura e bem limpa, cascalho fino ou areia, troncos, pouca iluminação como as demais Botias e de preferência alguma correnteza na água.Seu cardume mínimo é de 5 indivíduos. Diferentemente de outras Botias, as anãs gostam muito de passear a meia-água durante o período diurno. Infelizmente, ela quase não existe mais na Tailândia, um de seus habitats. Não existem relatos recentes de captura de Botias anãs nos rios Kwai Yai, Kwai Noi e Mae Klong, rios onde eram numerosas no passado. Existem relatos que elas foram introduzidas nas Filipinas nos anos 70 mas não há confirmação se sua população se estabeleceu ou não. Devido a tal dificuldade em coletá-las os preços dela no mercado são meio salgados mas são uma espécie extremamente pacífica, ideal para aquários comunitários.
Reprodução: Ovíparo, largamente reproduzidas via estimulação hormonal já que a espécie já não é encontrada tão facilmente quanto antigamente.

Botia Palhaça




















Nome Popular: Botia palhaço
Nome Científico: Chromobotia macracanthus
Família: Cobitídeos
Habitat: Sumatra e Bornéu
pH: 6,5 a 7,0
Temperatura: 25º a 30ºC
Dureza: até 10º dH
Tamanho Máximo: 40cm
Sociabilidade: Grupo
Agressividade: Pacífico
Manutenção: Fácil
Zona do Aquário: Fundo
Aquário Mínimo: 200L
Alimentação: Onívoro. Flocos, sticks, pastilhas de fundo, brócolis e ervilhas (cozidos em água por um minuto e meio), Enquitréias, Tubifex, Blood worms e Artêmias - de preferência vivas.
Características:  São peixes bonitos e dóceis, compatíveis com praticamente todas as demais espécies que também prefiram águas de ligeiramente ácidas a neutra. Não são territorialistas nem agressivas mas sabem se defender quando atacadas. Elas possuem uma espécie de ferrão abaixo dos olhos que se abrem quando ameaçadas.


São excelentes faxineiras, comendo as sobras que vão para o fundo mas nadam em todo o aquário e costumam vir buscar o alimento na superfície e até ficar de cabeça para baixo na hora de comer. São extremamente ativas durante o dia e gostam de viver em cardumes de pelo menos 5 exemplares pois quanto mais Botias por perto mais confiantes elas ficam. Se criada sozinha pode se isolar, definhar e até morrer de tédio. Por serem peixes que geralmente se alimentam no fundo do aquário o substrato não deve ter granulometria muito grande para não danificar seus barbilhões. Botias possuem hierarquias no grupo que costuma ser comandado por uma fêmea alfa (matriarca). 


Sua estrutura social parece apresentar alguns níveis (castas). Preferem aquários com iluminação fraca, até 0,5 Watt/Litro. Em aquários muito iluminados elas acabam se escondendo. À noite, preferem a segurança de um bom tronco ou cavernas feitas com pedras. Quanto mais esconderijos forem fornecidos a elas mais as veremos nadando livremente pelo aquário.
Não raro deitam-se para dormir ou tirar um cochilo o que as vezes é interpretado erroneamente como doença.


As vezes parecem estar entaladas nos troncos. Dá até vontade de tentar ajudá-las a sair mas pode acreditar: elas estão lá porque querem. Outra coisa que pode deixar seu dono preocupado é sua rápida mudança de cor para acinzentada. Isto não é doença nem dificuldade de adaptação à qualidade da água. Tais mudanças nos padrões de cores, tendendo para o acinzentado se deve a disputas no grupo para tentar ascender a uma casta superior na hierarquia. Ainda falando de sua cor distingue-se a Botia sumatrana da Botia de Bornéu pela intensidade da cor. 


As Botias vindas da Sumatra costumam ter cores mais vivas. Outras duas pequenas diferenças em sua coloração estão no pedúnculo caudal que é mais avermelhado nas Botias vindas da Sumatra. Nestas também observamos a nadadeira ventral totalmente laranja enquanto que nas Botias de Bornéu tal nadadeira é parcialmente laranja, mesclada com preto.


Sua introdução em aquários é indicada no controle biológico de caramujos. Elas devoram caramujos em muito pouco tempo. Com relação à sua reprodução em cativeiro, tal façanha ainda não foi alcançada. Quando muito bem adaptadas o máximo que já se conseguiu foi a formação de casais que passam a nadar juntos e até fazer certas danças, típicas de rituais de acasalamento mas a desova em si, até o momento, ainda não foi conseguida, exceto com introdução de hormônios em grandes tanques. São ligeiramente sensíveis ao Íctio, especialmente na hora da introdução no aquário mas uma vez adaptadas, são peixes extremamente resistentes.


Também são sensíveis a remédios à base de cobre. Quando tratadas com estes, as doses devem ser de 1/3 a 1/2 da dose recomendada. Basicamente, as Botias são oriundas de Sumatra e Bornéu. Devido ao isolamento geográfico e muitos milhares de anos de evolução, algumas diferenças acabaram surgindo entre elas.


Geralmente as Botias vindas de Sumatra possuem suas cores mais vivas que as de Bornéu. O Pedúnculo caudal das Botias de Sumatra também são mais avermelhados. A mais notável diferença entre elas entretanto é a coloração das nadadeiras ventrais. As de Sumatra possuem as nadadeiras ventrais totalmente laranja-avermelhadas enquanto nas de Bornéu além da parte laranja também possuem uma região negra.


Reprodução: Ovíparo, mas nunca conseguido em aquário.

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