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Tambaqui


Nome popular: Tambaqui
Nome científico: Colossoma macropomum
Família: Characidae (Caracídeos)
Origem: Brasil (Bacia Amazônica)
Sociabilidade: grupo
Comportamento: pacífico
pH: 6.5
Temperatura: 25ºC
Tamanho adulto: 108.0cm
Tamanho do aquário: 5000L

Pacu Negro


Nome Popular: Pacú Negro
Nome Cientifico: Piaractus brachypomus
Tamanho: 90cm
Temperatura: 26ºC
pH: 6,8
Aquario: 1000 L Comp

Pacu Prateado


Nome Popular: Pacú Prateado
Nome cientifico: Metynnis hypsauchen
Origem: Bacia do Amazonas
Tamanho: 15 cm
pH: 6.6
Temperatura: 26ºC
Aquario: 200l

Pacu Sangue


Nome Popular: Pacu Sangue
Nome Científico: Myleus rubripinnis
Família: Caracídeo
Habitat: Bacia Amazônica
pH: 6.2 a 6.8
Temperatura: 24º a 28ºC
Dureza: até 6º dH
Tamanho Máximo: 20cm
Sociabilidade: Grupo
Agressividade: Pacífico
Manutenção: Fácil
Zona do Aquário: Meio
Aquário Mínimo: 200L
Alimentação: Herbívoro
Características São grandes vegetarianos, pela minha experiência, apenas Anubia Barteri Var. Glabra, planta de folhas muito duras, escapa de seu apetite. Deve-se oferecer folhas verdes e frutas não ácidas. Aceitam ração com relativa facilidade.
É um peixe elegante e extremamente ativo, muito parecido com o Pacu Cadete, porém não apresenta sua característica faixa vertical. Colocados em pequenos grupos causam um belo efeito. Precisam de muito espaço para nadar. Não são peixes territoriais. Excelente espécie para coabitar aquários de peixes jumbo. Podem predar peixes muito pequenos eventualmente. Quando jovens ou desnutridos, têm o irritante hábito de mordiscar nadadeiras. Quando submetidos a stress, adquirem uma coloração vermelha muito intensa em seus ventres, parecendo manchas de sangue. São muito apreciados na culinária indígena
Reprodução: São peixes de Piracema, sobem à foz dos rios para desovar. O casal não é monogâmico. A fêmea deposita os ovos em uma depressão no substrato arenoso ou sobre uma pedra lisa e são imediatamente fecundados pelo macho. Os pais não cuidam das crias. Sua reprodução em cativeiro é raríssima, geralmente induzida com a injeção de hormônios extraídos da Hipófise do peixe.

Pacu Prata



















Nome Popular: Pacu Prata
Nome Científico: Mylossoma duriventre
Família: Characidae
Habitat: Amazônia, Pantanal, Rio Paraná
pH: 6.0 a 6.8
Temperatura: 26º a 28ºC
Dureza: Até 6º dH
Tamanho Máximo: 25cm
Sociabilidade: Grupo
Agressividade: Pacífico
Manutenção: Fácil
Zona do Aquário: Meio
Aquário Mínimo: 300L
Alimentação: Herbívoro.
Características São grandes vegetarianos. Deve-se oferecer folhas verdes e frutas não ácidas. Aceitam ração com relativa facilidade. É um peixe exótico, da nado rápido e extremamente ativo. Colocados em pequenos grupos causam um belo efeito. Precisam de muito espaço para nadar. Não são peixes territoriais. Podem predar peixes muito pequenos eventualmente. Quando jovens ou desnutridos, têm o irritante hábito de mordiscar nadadeiras. Por possuírem uma boca pequena, podem conviver com peixes pequenos com boa segurança.
Reprodução: São peixes de Piracema, sobem à foz dos rios para desovar. O casal não é monogâmico. A fêmea deposita os ovos em uma depressão no substrato arenoso ou sobre uma pedra lisa e são imediatamente fecundados pelo macho. Os pais não cuidam das crias. Sua reprodução em cativeiro é raríssima, geralmente induzida com a injeção de hormônios extraídos da Hipófise do peixe.

Pacu Cadete


Nome Popular: Pacu Cadete
Nome Científico: Myleus schomburgkii
Família: Characidae
Habitat: Amazônia
pH: 6,2 a 6,8
Temperatura: 24º a 28ºC
Dureza: até 6º dH
Tamanho Máximo: 40cm
Sociabilidade: Cardume
Agressividade: Pacífico
Manutenção: Fácil
Zona do Aquário: Meio
Aquário Mínimo: 300L
Alimentação: Herbívoro
Características São grandes vegetarianos, pela minha experiência, apenas Anubia Barteri Var. Glabra, planta de folhas muito duras, escapa de seu apetite. Deve-se oferecer folhas verdes e frutas não ácidas. Aceitam ração com relativa facilidade. É um peixe elegante e extremamente ativo. Colocados em pequenos grupos causam um belo efeito. Precisam de muito espaço para nadar. Não são peixes territoriais. Excelente espécie para coabitar para aquários de peixes jumbos. Podem predar peixes muito pequenos eventualmente. Quando jovens ou desnutridos, têm o irritante hábito de mordiscar nadadeiras.
Reprodução: São peixes de Piracema, sobem à foz dos rios para desovar. O casal não é monogâmico. A fêmea deposita os ovos em uma depressão no substrato arenoso ou sobre uma pedra lisa e são imediatamente fecundados pelo macho. Os pais não cuidam das crias. Sua reprodução em cativeiro é raríssima, geralmente induzida com a injeção de hormônios extraídos da Hipófise do peixe. Os Machos adultos são maiores, a nadadeira ventral é em ângulo reto em relação ao corpo e tem formato como de um "gancho" e é de um vermelho intenso, a Fêmea é menor, suas nadadeiras são menores e com coloração mais discretas.

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Marcos Esteves. Tecnologia do Blogger.

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